A cultura se vincula à qualidade de vida dos cidadãos e exige compromisso e articulação de todas as áreas da administração. Para que isto realmente se torne efetivo, a área cultural depende, mais do que tudo, da força política de artistas e militantes culturais junto ao poder executivo e legislativo. Sem essa participação, os planos de desenvolvimento sempre serão incompletos ou fadados ao insucesso – uma posição retórica proclamada por políticos de diversas matizes ideológicas, mas que na prática só é assumida de fato pelo próprio movimento cultural.

eneida2.jpg

Eneida Soller PRESIDENTE

Coordenadora de projetos de descentralização da cultura há 18 anos e projetos de formação em artes há 12 anos, em convênios com as três instâncias governamentais e em contratos com patrocinadores de projetos incentivados no segmento da Cultura. Compositora e diretora musical de 18 espetáculos teatrais, ganhadora do Prêmio Molière de Teatro, duas vezes ganhadora do Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) por musicais para crianças, e ganhadora dos prêmios Mambembe e APETESP (Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo). Como militante cultural, participou nos últimos dez anos das principais iniciativas de construção de políticas públicas para a cultura, organizando e coordenando seminários sobre Direito Autoral, revisão da Lei Rouanet, criação do PROAC Editais e do PROAC ICMS, volta do ensino de música nas escolas, Vale Cultura, entre outras. Coordenou desde 2005 convênios com a Secretaria Municipal de Educação para o ensino de artes em CEUs (Centros Educacionais Unificados) e em 26 unidades educacionais. Coordenou o Ponto de Cultura “Novo Trem das Onze” em convênio com a Secretaria do Estado da Cultura entre 2009 e 2011 e com a Secretaria Municipal de Cultura entre 2015 e 2016. Coordenou o Pontão de Interações Estéticas no Estado de São Paulo em convênio com o Ministério da Cultura e foi curadora das mostras Artísticas das teias estaduais. É atualmente Presidente do Conselho Brasileiro de Entidades Culturais (CBEC) e do Polo Cultural Educação e Arte.
eneida2.jpg

Amilson GodoyDIRETOR

Pianista premiado, compositor, maestro, arranjador e professor, Amilson Godoy coordenou a Escola de Música da Fundação das Artes de São Caetano do Sul, onde, entre os anos 1970 e 1980, introduziu a música popular no ensino acadêmico criando um modelo de aprendizado que é seguido pela maioria das escolas de música atualmente. A convite da Secretaria do Estado introduziu a música popular na programação da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, quando deu início aos primeiros concertos didáticos, originando com este modelo de apresentação os “workshops” em música. Foi diretor musical do programa Vila Sésamo e maestro de diversos programas de televisão e peças teatrais. Como presidente da Comissão de Música do Estado de São Paulo, trabalhou na implantação da Universidade Livre de Música Tom Jobim e foi Maestro da Orquestra Jazz Sinfônica. Conquistou feito inédito para o Brasil, com o prêmio de melhor arranjador no 26º Festival Internacional da Canção de Viña Del Mar. Com objetivo de dar continuidade ao trabalho de educação musical na formação de plateia e músicos promove desde a criação de sua orquestra, concertos originais trazendo a riqueza da música sinfônica aos espetáculos de música popular, com a mostra de concertos diferenciados, como Rock Sinfônico, Forró Sinfônico, MPB Sinfônico. Atualmente, além do trabalho musical é conselheiro do Conselho Brasileiro de Entidades Culturais (CBEC) e do Conselho Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
eneida2.jpg

Anselmo ZollaDIRETOR

Construiu uma sólida carreira internacional, tendo passado pelas companhias dos teatros de Kaiserslautern e Wiesbaden e coreografado para a Azet Dance Company e para os teatros Manheimem e Heidelberg, sendo reconhecido na Alemanha em 1996 com um Prêmio Shakespeare por seu espetáculo “Romeu e Julieta”. No Brasil, atuou como diretor artístico na Quasar Companhia de Dança, No Balé da Cidade de São Paulo e na Cia de Dança Débora Colker. Diretor artístico da Cia Sociedade Masculina e do Studio 3 Cia de Dança, do qual faz parte desde 2003, recebeu o prêmio Bibi Ferreira de melhor coreógrafo pelo espetáculo “New York, New York”. Atualmente, além de atuar em frente às companhias, é integrante da diretoria do Conselho Brasileiro de Entidades Culturais (CBEC).
mauricio

Bel ToledoDIRETORA

Dirigiu o Circo Escola Picadeiro de 1995 a 2008, período em que deu início à militância cultural, tendo conseguido quando o tombamento cultural da área do Parque do Povo onde a escola, referência internacional na área, estava estabelecida. Fundou a Cooperativa Brasileira de Circo, que presidiu de 2005 a 2016, tendo se tornado curadora do Festival Paulista de circo em 2007. Atuou como comissária do Conselho Nacional Incentivo à Cultura (CNIC) durante o biênio 2017/2018, participando da comissão do Plano de Cultura do Estado de São Paulo em 2015 e da comissão do Prêmio Governador entre 2011 e 1013 e também em 2016. Responsável pelas mais destacadas edições do Festival Palhaçaria, foi contemplada como artista e diretora em quase todos os projetos culturais que encabeçou, sendo representante do Brasil em festivais internacionais de circo. Além de coordenar a Aliança Pró-Circo, dirigiu a Associação dos Amigos do Centro de Memória do Circo e o Circo Piolin Festival Internacional do Sesc entre 2013 e 2015. Atualmente, participa da diretoria do CBEC e do Fórum de Educação e Cultura.
eneida

Carlos Meceni DIRETOR

Fundador, nos anos 1970, da Cooperativa Paulista de Teatro(CPT), que possibilitou com que os grupos de teatro da cidade de São Paulo formassem uma empresa que os tornassem profissionais e que tivessem força junto aos governos, que até então não consideravam profissionais. Fundou também a Associação do Teatro para Infância e Juventude (APTIJ). A partir dos anos 1980 acumulou a presidência da Associação dos Produtores de Espetáculos Teatrais do Estado de São Paulo (APETESP). Fundador do Canal Comunitário de Televisão, hoje, TV Aberta, atuou na criação e divulgação de mais de cinquenta canais no estado de São Pulo, todas em funcionamento até hoje. É atualmente integrante da diretoria do CBEC e do Fórum de Educação e Cultura.
eneida2.jpg

Valéria MartinsDIRETOR

Formada em Gestão de Eventos e Gestão Cultural, é Bacharel em Direito e Publicitária por tempo de atuação em Atendimento e Planejamento de Marketing para causas sócio-culturais. Na área de políticas para a cultura, participou dos processos de discussão, revisão e alteração das Leis de Incentivo Estaduais de Minas Gerais (1998 a 2004) e de São Paulo (2006 a 2009). Integrou a Comissão de Produtores e Promotores Culturais – CPPC, que debateu o PROAC-ICMS e apresentou alterações para a Lei 12.268/2006 e decreto que a regulamentou. Prestou consultoria sobre os mecanismos de incentivo fiscal para implantação de legislações municipais de fomento e incentivo à Cultura nas cidades de Pará de Minas, Patos de Minas, Bocaiuva, Montes Claros, Itabira, Pedro Leopoldo. Atuou no desenvolvimento, planejamento e coordenação de projetos sócio-culturais corporativos para a Coca-Cola, Banco Mercantil, ABB, Telemig, Telemig Celular, Banco Rural, Camargo Corrêa Cimentos, Usiminas, Ambev, Fiat Automóveis, Prefeituras de Minas e São Paulo, Secretarias de Cultura, Sindicatos Rurais, bem como na elaboração de projetos, planejamento e captação de recursos para diversos artistas em Minas e São Paulo, entre 1999 e 2012. Atualmente é diretora do Conselho Brasileiro de Entidades Culturais (CBEC), presidente da Rede Brasil de Promotores Culturais e diretora da Casa do Saber Africano (CASAF), onde desenvolve ações voltadas à Mulher Negra.
PROACProAC EditaisDireito AutoralRepresentação na CNICLei RouanetMúsica nas EscolasIN 01/2017